Plano de Pastoral

Caminhada Pastoral da Paróquia São Sebastião Diocese de Umuarama

 

O Concílio Vaticano II foi um sopro do Espírito Santo que marcou um tempo novo para a Igreja, quer nos quadros intra-eclesiais e nos ambientes religiosos, quer na missão da Igreja em relação com o mundo.

A Igreja Particular de Umuarama - Diocese do Divino Espírito Santo - nasceu pouco tempo após o encerramento do Concílio (dezembro de 1965), tendo sua criação por Paulo VI a 12/06/73, e sua instalação a 16/09/73, por Dom Geraldo Fernandes, então Arcebispo do Norte do Paraná. Nesta época a Igreja no Brasil havia iniciado a experiência do planejamento pastoral. O ponto de partida foi o Plano de Emergência (1962), urgido pelo Papa João XXIII, seguido pelo Plano de Pastoral de Conjunto (1966-1970), que possibilitou a aplicação articulada de toda a riqueza do Concílio Vaticano II.

As orientações da CNBB foram prorrogadas até 1975, quando buscando uma Pastoral Orgânica de Conjunto que favorecesse a unidade em nível nacional, apresentou as primeiras "Diretrizes Gerais da Igreja no Brasil", deixando para os Regionais e Dioceses a preparação dos Planos de Pastoral, conforme suas realidades.

Foi nesse clima de planejamento pastoral e renovação conciliar que nasceu a Diocese de Umuarama. Por isso já no dia 1º de janeiro de 1974 publicou o seu 1o Plano de Pastoral de Conjunto.

 

Planos de Pastoral da Década de 70

Primeiro Plano de Pastoral: 1974

Após os primeiros contatos com o povo e algumas reuniões com o clero, o próprio Bispo preparou o primeiro Plano de Pastoral. Nele foi apresentado o que significa pastoral, de conjunto e sua grande importância para a vida da Diocese. Já nesse primeiro Plano ficou clara a opção pela criação e organização das Comunidades Eclesiais de Base.

Nesse tempo o Paraná já havia iniciado a experiência das CEBs, com um projeto de paróquias pilotos. Da Diocese de Umuarama faziam parte desse projeto Altônia, Pérola e Icaraíma. Como os resultados tinham sido bons, o Bispo com o clero decidiram estender a criação das CEBs para todas as Paróquias.

Também nessa ocasião foi aprovado pelo Conselho Presbiteral Diocesano a construção do Centro Diocesano de Formação destinado a Leigos, Religiosas e Clero, com uma ala reservada para abrigar os primeiros seminaristas da Diocese; o Seminário Menor "Rainha dos Apóstolos", hoje denominado Centro Diocesano de Formação -2. Este conjunto, mesmo antes de construído era já considerado o "coração da Diocese", pois era destinado à formação de todos os Agentes de Pastoral. Sua inauguração aconteceu em 1976.

Ainda no lo Plano foram oferecidas orientações práticas para a administração dos sacramentos e iniciada a conscientização para a implantação do sistema do dízimo.

Nossa Diocese começou quase como uma prelazia, pois todo o seu clero era religioso. Não havia sequer um padre ou seminarista da Diocese. Por isso já no Plano de 74 foi iniciado com grande incentivo um trabalho de pastoral vocacional.

 

Segundo Plano de Pastoral: 1975

A CNBB, em sua 14a Assembléia Geral (novembro de 1974) votou e definiu oito áreas prioritárias de ação pastoral. A mais votada delas foi: Comunidades Eclesiais de Base. Isso motivou a Diocese a continuar o trabalho iniciado em 74 investindo tudo no desenvolvimento e organização das CEBs. Nosso Plano procurou, em sintonia com as Diretrizes da CNBB, desenvolver as seis linhas ou dimensões da pastoral: Unidade, Evangelização, Catequese, Liturgia, Ecumenismo e Inserção no Mundo. Houve ainda orientações e esforço para ligar essas dimensões à vida e ação das CEBs.

Esse Plano se preocupou também com o setor de Vocações e Ministérios. Houve empenho na formação dos leigos para os diversos serviços ou ministérios, e já foi possível reunir o primeiro grupo de seminaristas, os quais antes da inauguração do nosso seminário ficaram alguns na casa episcopal e outros em Londrina. Também nesse ano foram ordenados os três primeiros padres diocesanos.

 

Terceiro Plano de Pastoral: 1976

Acatando as prioridades escolhidas pela CNBB e pelo Regional Sul 2, nossa Diocese desenvolveu amplo trabalho sobre CEBs e Pastoral Familiar. Nosso 3a Plano já foi bem mais rico que os primeiros, apresentando um relato da nossa realidade, fundamentação teológica e oferecendo pistas de ação para os diversos níveis de Igreja - Diocese, Paróquia e CEBs - quer para as duas prioridades, quer para a pastoral da 1a Eucaristia, Pastoral Rural, Pastoral Vocacional e Unidade Visível da Igreja.

Além do Conselho Presbiteral Diocesano, já existente, foram constituídos nesse ano o Conselho Diocesano de Pastoral, o Núcleo Diocesano da CRB, a Equipe Diocesana de CEBs. e a Equipe Diocesana da Catequese.

 

Quarto Plano de Pastoral: 1977

De 12 a 15 de dezembro de 1976, foi realizada a 1a Assembléia Diocesana, que avaliou a caminhada pastoral da Diocese e de modo especial a realização do 3o Plano de Pastoral. Já nessa Assembléia foram constatados como desafios maiores os católicos não praticantes que não estavam sendo atingidos e a necessidade de maior unidade na pastoral.

Considerando que o 3o Plano não fora ainda bem desenvolvido na prática, essa Assembléia decidiu pela continuidade do mesmo e assumiu como novo Plano apenas as conclusões emanadas para ajudar a realização do que já estava planejado.

A 1ª Assembléia constituiu uma equipe para preparar subsídios sobre o Dízimo. Já no início do ano a equipe se reuniu e produziu uma apostila que durante todo o ano foi tema de estudo para os padres e demais agentes de pastoral.

 

Quinto Plano de Pastoral: 1978

Enquanto os primeiros Planos foram elaborados pelo Bispo Diocesano, este já foi resultado de Assembléias Paroquiais, Decanais e Diocesana. Além disso uma equipe de três padres preparou toda a fundamentação teológica apresentada no 5° Plano.

Destaca-se neste Plano as determinações oferecidas para a Linha da Unidade, Catequese, Pastoral Vocacional, Pastoral do Clero, Litúrgica, Pastoral Rural e Urbana, Formação dos Agentes de Pastoral e sobre Pastoral de cada Sacramento. O mesmo apresentou ainda um Diretório Financeiro e um longo estudo sobre o Conselho Diocesano de Pastoral.

A Pastoral do Dízimo recebeu uma atenção especial na 2a Assembléia, partindo de uma apostila preparada, que foi estudada durante o ano todo. Foram apresentados dez pontos comuns para a implantação do Dízimo em toda a Diocese. Foi pedida a preparação de temas de reflexão a serem estudadas durante o ano por todos os católicos. Também ficou decidido que no dia 01/01/79 o Dízimo seria implantado em todas as paróquias da diocese de modo oficial. O próprio Bispo preparou o livrinho n° 10 que trazia vinte encontros sobre o dízimo e que foi publicado aos 08/02/78 e, foi refletido em todos os Grupos de Reflexão.

Pela primeira vez o Plano trouxe a formulação de um Objetivo Geral da Pastoral, assim expresso: "Realizar o Reino de Deus entre os homens, levando-os a uma conversão radical de vida, para o advento de uma humanidade nova em Cristo Jesus".

 

Sexto Plano de Pastoral: 1979

A 3ª Assembleia Diocesana, assim como todo o clero, reconhecendo a riqueza do Plano de 1978, e considerando que não houve tempo suficiente para realizar o seu conteúdo, decidiu prorrogar sua vigência por mais um ano.

Foi ainda constatado que apesar da não realização plena do Plano, houve, contudo, uma boa caminhada pastoral durante o ano. Prova disso encontramos no material reproduzido nesse Plano de 79, assim como as conclusões apresentadas pela 3a Assembleia:

- A Carta Pastoral de Dom José Maria Maimone sobre o Dízimo, publicada aos 21/11/78;

- O Diretório Diocesano de Pastoral Vocacional. Atendendo ao pedido da Santa Sé, a Equipe Vocacional, juntamente com o Bispo, preparou o Diretório que foi aprovado pela 3a Assembléia Diocesana.

- O impulso dado à Animação Missionária e à Religiosidade Popular considerados então como pontos fracos da nossa ação pastoral.

- Às prioridades CEBs e Pastoral Familiar, a 3a Assembléia acrescentou a Paróquia e a Pastoral do Dízimo.

Neste ano a Diocese recebeu da Santa Sé a faculdade de instituir Leigos e Religiosas como Ministros Extraordinários do Batismo e Testemunhas Qualificadas para Assistir os Matrimônios.

 

Planos de Pastoral da Década de 80

 

Sétimo Plano De Pastoral: 1980-1981

O Objetivo Geral da Pastoral, aprovado pela 4a Assembléia Diocesana foi o seguinte: 'Realizar o Reino de Deus, evangelizando as bases, para a comunhão e participação". Para esse biênio foram escolhidas como prioridades pastorais os diversos níveis de Igreja: Particular (Diocese), Local (Paróquias), Base (CEBs) e Doméstica (Famílias).

A 4ª Assembléia decidiu que os temas de reflexão para os Grupos fossem publicados pelo Informativo Diocesano (I.D.), e não mais através de cadernos, como vinha ocorrendo desde 1974.

Em novembro de 1980, o clero se reuniu por dois dias para avaliar a caminhada do ano e trocar experiências a fim de melhor realizar o Plano em 81.

 

Oitavo Plano de Pastoral: 1982-1984

A 5a Assembléia Diocesana de Pastoral, realizada de 08 a 11/11/ 81, estendeu a validade dos Planos de Pastoral para três anos, aumentando o tempo para a transformação da letra em realidade. Decidiu ainda conservar o Objetivo Geral do Plano anterior, escolhendo, porém, outras prioridades: Catequese Permanente e Pastoral Vocacional, com pistas de ação para os diversos níveis de Igreja (Igreja Doméstica, Igreja Base, Igreja Local e Igreja Particular).

Desde que as CEBs foram organizadas, a apresentação para os Sacramentos passou a ser dada pelo Conselho da Comunidade. O Plano esclarece que para receber essa apresentação as pessoas devem estar participando da vida da Igreja. A 5ª Assembléia determinou o que vem a ser “participar plenamente da vida da Igreja”: - Vivenciar os Sacramentos; - Seguir as orientações da Igreja hoje, aqui; - Participar do Grupo e CEB; - Vivenciar a Palavra de Deus; - Educar cristãmente os filhos; - Oferecer o dízimo; - Empenhar-se na transformação do mundo. O Plano ofereceu ainda uma explanação a respeito de cada um desses itens (cf. p. 21-23).

Outro destaque desse Plano foi o estudo sobre os diversos Conselhos de Pastoral (cf. p. 30-41).

 

Nono Plano de Pastoral: 1985-1987

A 6ª Assembléia formulou o seguinte Objetivo Geral: "Evangelizar num processo permanente de conversão, participação e comunhão, visando a construção de uma sociedade mais justa e fraterna".

Quanto às prioridades, foi conservada a Catequese permanente e escolhidas duas novas: Presença da Igreja no Mundo do trabalho e Pastoral da Juventude.

A novidade da 6ª Assembléia foi a escolha de um destaque pastoral: Formação de Agentes de Pastoral, especialmente para as três prioridades.

Nesta Assembléia foi apresentado o Estatuto do Conselho Presbiteral Diocesano, que, preparado pelo clero, foi aprovado pelo Bispo. (Plano, p. 23-27).

A pedido da Assembléia, o Bispo preparou uma síntese das orientações anteriores sobre os Conselhos Comunitários, Pastoral dos Sacramentos e Diretório Financeiro. (Plano, p. 28-44)

 

Décimo Plano de Pastoral: 1988-1991

Visando maior sintonia com a CNBB e o Regional Sul II, a 7a Assembléia decidiu que a vigência dos próximos Planos seria de quatro anos. Para o quadriênio foi aprovado e seguinte Objetivo Geral: "Evangelizar o povo de Deus, num processo permanente de conversão, anunciando a plena verdade sobre Jesus Cristo, a Igreja e o Homem, visando a construção de uma sociedade justa e fraterna, sinal de Reino definitivo".

Como primeira prioridade foi escolhida a Pastoral Familiar, e confirmadas a Pastoral da Juventude e Presença da Igreja no mundo do Trabalho. A 7a Assembléia decidiu ainda que as Comunidades Eclesiais de Base, pela sua importância, fossem declaradas como Prioridade Permanente da nossa pastoral.

Em novembro de 1989, a Diocese realizou a 8a Assembléia Diocesana de Pastoral com a finalidade de avaliar a caminhada, considerando principalmente os itens do Plano de Pastoral que ainda não tinham sido desenvolvidos, a fim de concentrar neles um novo esforço e animação.

 

Planos de Pastoral da Década de 90

Décimo Primeiro Plano De Pastoral: 1992-1995

Este Plano é resultado da 9a Assembleia, realizada de 10 a 12/11/91, que aprovou nova formulação do Objetivo Geral: "Evangelizar testemunhando Jesus Cristo, dentro e fora das estruturas eclesiais, com novo ardor missionário, novos métodos e expressões, em espírito de unidade, revitalizando as Comunidades Eclesiais de Base, levando em conta nossa realidade social, econômica, política e cultural, fazendo acontecer o Reino de Deus".

As prioridades ficaram praticamente as mesmas, pois apenas foi trocada a Presença da Igreja no Mundo do Trabalho pelas Pastorais Sociais, que certamente tem maior abrangência.

 

Décimo Segundo Plano: 1997-2000

O 12º Plano foi elaborado em sintonia com a Tertio Millenio Adveniente e as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil – que antecederam o Projeto “Rumo ao Novo Milênio” – e é o resultado de uma longa caminhada – uma espécie de Sínodo Diocesano – que envolveu as CEBs, Paróquias e Decanatos.

O Plano tinha como Objetivo Geral: “Evangelizar rumo ao novo milênio, inculturando a fé através do serviço, diálogo, anúncio e testemunho de comunhão; formando comunidades missionárias com o protagonismo dos leigos, priorizando a formação e a espiritualidade, participando da construção de uma sociedade justa e solidária.

Como ficou claro no objetivo, o 12º Plano adota o esquema das Diretrizes Gerais da CNBB, as quatro exigências: serviço, diálogo, anúncio e testemunho de comunhão. No final, destaca-se dois desafios considerados “emergentes”: A formação e a espiritualidade.

Uma outra novidade do 12º Plano é o título: seguindo as Diretrizes Gerais da CNBB, deixa de ser “Plano de Pastoral” para ser “Plano Diocesano da Ação Evangelizadora”.

 

Planos do Terceiro Milênio

Décimo Terceiro Plano Diocesano da Ação Evangelizadora: 2001-2003

Este Plano foi, praticamente, uma reedição do anterior, enriquecido, porém, à luz de novos documentos eclesiais, especialmente o Ser Igreja no Novo Milênio (SINM), lançado pela CNBB para orientar a evangelização no Brasil no princípio do novo milênio.

O Objetivo Geral foi extraído do Projeto SINM: “Levar nossas comunidades a uma renovação profunda e a um novo ardor missionário à luz da Palavra de Deus, particularmente do livro dos Atos dos Apóstolos”.

O 13º Plano teve a vigência de apenas três anos, para que a elaboração do Plano seguinte coincidisse com o lançamento das novas Diretrizes da CNBB.

 

Décimo Quarto Plano Diocesano da Ação Evangelizadora: 2004-2007

Este Plano é o resultado de um processo participativo que culminou na 14ª Assembléia Diocesana, realizada nos dias 06 e 07 de março de 2004. É o primeiro Plano elaborado sob a orientação do novo Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa.

Como os anteriores, o Plano foi elaborado em sintonia com as Diretrizes Gerais da CNBB, e apresenta como Objetivo Geral: “Evangelizar as Pessoas, as Comunidades e a Sociedade, a partir do encontro pessoal com Cristo, preferencialmente por meio dos Ministérios da Palavra, da Liturgia e da Caridade, em espírito de comunhão e missão, como caminho de santidade”.

A evangelização é pensada a partir de três âmbitos:

a) Âmbito da Pessoa: o desafio é a indiferença, a meta é a promoção dos direitos humanos; os meios são: o Ministério da Palavra (meio privilegiado), visitas missionárias, acolhimento, formação dos evangelizadores.

b) Âmbito da Comunidade: o desafio é o individualismo e a meta a vivência da fraternidade. Os meios são: o Ministério da Liturgia (meio privilegiado), o clima de amizade, apoio às famílias, promoção das estruturas de comunhão e participação e as CEBs.

c) Âmbito da Sociedade: o desafio é a exclusão social, a meta é a colaboração na construção da solidariedade e os meios são: Ministério da Caridade (meio privilegiado), socorro nas necessidades imediatas, divulgação da Doutrina Social da Igreja e a participação na luta pela transformação social.

A grande novidade deste Plano são os três Projetos, que asseguram a realização do que ficou estabelecido em cada âmbito da ação evangelizadora;

1 – “Igreja Missionária e Ministerial”. Este Projeto tem por objetivo: Instituir novos Ministérios para o serviço da Igreja e para o serviço que a Igreja presta ao mundo, em vista do Reino de Deus.

2 – “Igreja Missionária da Caridade”. O objetivo é organizar serviços de apoio aos desempregados e a busca de alternativas para o combate ao desemprego e suas causas.

3 – “Igreja Missionária, solidária com outras Igrejas Locais”. Seu objetivo é apoiar outra Igreja Local, na Amazônia brasileira, a partir da nossa experiência de fé e compromisso com o Reino de Deus, como sinal de comunhão com toda a Igreja.

Uma outra novidade do 14º Plano é a organização do Conselho Decanal da Ação Evangelizadora, que terá como missão planejar, animar e avaliar a ações em nível Decanal.

 

Décimo Quinto Plano Diocesano da Ação Evangelizadora: 2010-2013

O 15º Plano Diocesano da Ação Evangelizadora é fruto de trabalhos realizados no ano de 2009, por meio de pesquisas, levantamentos e assembleias locais, para conhecer a realidade das comunidades da Diocese de Umuarama. Após a análise dessas pesquisas e das sugestões vindas das Assembleias, decidiu-se que, a Ação Evangelizadora, na Diocese de Umuarama, será operacionalizada, pastoralmente, pela presença da Igreja nos três âmbitos de ação: pessoa, comunidade e sociedade.

Para cada âmbito de ação é proposto um projeto, como ação concreta, para realizar os desafios a que nós nos propusemos. Portanto, três âmbitos, três projetos, que são: no âmbito da pessoa, Projeto Emaús: Por uma Igreja Bíblica; no âmbito da comunidade, Projeto AME (Ação Missionária Evangelizadora): Por uma Igreja em estado permanente de Missão; e no âmbito da sociedade, Projeto 3: Projeto Bom Samaritano: Por uma Igreja da Caridade.

Estes devem ser assumidos por toda a Diocese e todas as Paróquias. Este plano e os seus projetos, foram aprovados, no dia 20 de Setembro, na 15ª Assembleia Diocesana, e foi lançado, no dia 21 de março.